Privacidade e segurança dos dados clínicos

As perguntas que psicólogos e comparativos fazem sobre o PsiNota, com respostas conferidas no próprio sistema. O texto jurídico completo está na Política de Privacidade.

Onde ficam os dados dos pacientes?
O banco de dados fica na Neon (PostgreSQL), em servidores nos EUA, com criptografia em repouso. Os CPFs (do paciente, do responsável e do pagador) são criptografados também campo a campo (AES-256-GCM). Arquivos anexados ficam no Cloudflare R2. A transferência internacional segue o art. 33 da LGPD.
A IA do PsiNota treina com os dados dos meus pacientes?
O PsiNota não usa dados de pacientes para treinar modelos. O conteúdo clínico vai ao modelo de linguagem só para gerar o que você pede: a nota, um laudo, um resumo ou uma busca no prontuário.
O que acontece com o áudio da sessão?
A transcrição da sessão só liga com o consentimento do paciente registrado. O áudio vai em trechos ao serviço de transcrição e é descartado pelo PsiNota: fica guardado apenas o texto, dentro do prontuário.
O nome do paciente vai para a IA?
Para escrever a nota, a IA recebe o conteúdo clínico da sessão e do histórico e, do paciente, só o primeiro nome; sobrenome, CPF e contato ficam de fora. Em laudos, a IA recebe só a idade: o nome entra no documento depois, no próprio PsiNota.
Funciona para psicanálise e outras abordagens além da TCC?
Sim. A nota segue a abordagem configurada na conta: TCC, psicanálise, sistêmica, humanista, EMDR, Gestalt, cognitiva, comportamental ou integrativa. Os formatos são DAP, BIRP, evolução livre e anamnese.
A nota escrita pela IA já vale como registro?
Não. Toda nota nasce como rascunho e só entra no prontuário quando você revisa e assina. Depois de assinada, a nota não pode mais ser editada, e o PDF traz um código SHA-256 com link de verificação.
Consigo levar meus prontuários se eu sair?
Sim. Notas e laudos saem em PDF e em Word. Se você cancelar o plano pago, a conta volta ao plano grátis com todos os dados preservados.
O PsiNota exporta para o Receita Saúde?
Ainda não. O que existe é o relatório anual de rendimentos para o IRPF, com o total por paciente a partir das cobranças marcadas como pagas, nos planos Clínico e Pro.

Conferido no sistema em 18/10/2026.