Guia completo
Tudo que o psicólogo brasileiro precisa pra documentar com rigor e em conformidade com o CFP. Formatos de nota, modelos de documentos prontos, prontuário eletrônico e como a IA entra no fluxo — organizados pra você escolher por onde começar.
Cada formato tem uma lógica e um contexto de uso. Escolha o que melhor representa seu processo terapêutico — o CFP aceita todos.
O formato mais comum em psicologia clínica brasileira. Estrutura, exemplos e quando usar.
Ideal pra TCC, DBT e abordagens estruturadas. Foco no processo interativo da sessão.
O formato preferido de psicanalistas e abordagens humanistas. Liberdade narrativa com rigor.
O que perguntar e como organizar a coleta de história na primeira sessão.
Como documentar o fim do processo de forma ética e clinicamente útil.
Atestado, declaração, laudo, TCLE — quando emitir, o que pode constar e modelos atualizados conforme as resoluções do CFP.
Quando emitir, o que pode e não pode constar, modelos atualizados pelo CFP.
Diferença pra atestado, modelo pronto e regras éticas.
Estrutura técnica, instrumentos, conclusão fundamentada e modelos por contexto.
Modelo pronto pra teleconsulta, IA na documentação e atendimento presencial.
Padronize a documentação na clínica e ganhe tempo em cada sessão.
Como o prontuário deve ser estruturado pra atender CFP 001/2009, 09/2024 e a LGPD — sem complicação.
CFP, LGPD e Resolução 09/2024 num só lugar: o que precisa estar no prontuário.
A confusão mais comum: o que é prontuário (obrigatório) e o que são anotações pessoais.
O marco regulatório de IA na psicologia — o que muda na sua documentação.
Depende da abordagem: DAP (Dados, Avaliação, Plano) é o mais usado no Brasil e versátil pra qualquer abordagem; BIRP (Comportamento, Intervenção, Resposta, Planejamento) é melhor pra abordagens estruturadas como TCC e DBT; Evolução Livre é narrativo, ideal pra psicanálise; Anamnese é específico pra primeira sessão.
Não. A Resolução CFP 001/2009 e 09/2024 exigem que o prontuário seja completo, contemporâneo (escrito em tempo razoável após a sessão), assinado digitalmente e armazenado de forma segura — mas não definem qual formato usar. DAP, BIRP, Evolução Livre e Anamnese são todos aceitos.
Mínimo de 5 anos após o último atendimento (Resolução CFP 001/2009). Recomenda-se guardar por mais tempo quando há fundamento clínico ou ético, especialmente em casos com risco de litígio ou em atendimento de crianças e adolescentes (até 5 anos após a maioridade).
Sim, desde que como auxílio. A Resolução CFP 09/2024 permite IA como suporte à documentação, com revisão e responsabilidade do psicólogo sobre o conteúdo final. A nota gerada por IA sempre fica em rascunho até que o profissional revise e assine eletronicamente.
Não. Atestado psicológico afirma uma condição clínica (justifica afastamento, comprova tratamento). Declaração de comparecimento apenas confirma que o paciente esteve em consulta no dia/hora X — sem informação clínica. Ambos têm modelos e regras específicos no CFP.