Para psicólogos TCC
A TCC exige documentação estruturada, rastreamento de técnicas e monitoramento quantitativo de progresso. O PsiNota AI foi projetado para isso — com notas BIRP automáticas, testes integrados e IA de apoio durante as sessões.
A Terapia Cognitivo-Comportamental tem características que tornam a documentação especialmente importante — e especialmente trabalhosa sem o sistema certo:
Cada sessão de TCC aplica técnicas nomeáveis (reestruturação cognitiva, exposição, mindfulness). Um bom sistema documenta qual técnica foi aplicada, como e com que resultado.
A TCC usa escalas e medidas de outcome (PHQ-9, GAD-7, BAI, BDI-II) para rastrear progresso objetivamente. O sistema deve integrar esses instrumentos ao prontuário.
Protocolos de exposição, hierarquias de medo e planos de ativação comportamental precisam ser documentados e atualizados entre sessões.
Registro das tarefas propostas e verificação de aderência na sessão seguinte é parte central da TCC e deve estar documentado no prontuário.
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A IA gera nota BIRP estruturada ao finalizar a sessão, documentando comportamento, intervenções aplicadas, resposta do paciente e planejamento.
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Testes psicológicos integrados ao prontuário. Envie por link ao paciente, receba resultados automaticamente e acompanhe a evolução em gráfico.
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Durante a sessão, a IA identifica padrões, compara com sessões anteriores e sugere pontos de atenção clínica.
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Acompanhe a curva de melhora do paciente nos instrumentos de medida ao longo do tratamento — com gráficos automáticos.
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Gere formulação de caso cognitivo-comportamental com base no histórico completo do paciente — diagnósticos, padrões, histórico de vida.
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Templates de nota para protocolos específicos: TCC para ansiedade, TCC para depressão, protocolo de exposição e prevenção de resposta.
Nota BIRP — Sessão 8 — TCC para Transtorno de Ansiedade Social
B — Paciente comparece com ansiedade moderada (5/10). Realizou exposição à reunião de equipe na terça-feira. Relata ansiedade inicial intensa (8/10) que reduziu para 4/10 ao final da reunião. Não evitou, mas manteve-se em silêncio durante toda a reunião.
I — Revisão da exposição com análise de evidências. Identificado pensamento automático pós-reunião: “Todos notaram que não fiz contribuições”. Técnica socrática: evidências a favor e contra. Psicoeducação sobre atenção autofocada em ansiedade social. Exercício de redirecionamento atencional praticado em sessão.
R — Boa aderência à análise de evidências. Surpresa ao perceber que “nenhuma evidência concreta” sustentava o pensamento catastrófico. Redução da crença no pensamento automático de 85% para 40% após a técnica. Comprometeu-se com próxima exposição: fazer uma pergunta na reunião da próxima semana.
P — Próxima exposição: fazer 1 contribuição verbal na reunião semanal. Tarefa: registro de atenção autofocada vs. externa antes e durante a exposição. Avançar para passo 5 da hierarquia na próxima sessão se houver aderência. GAD-7 na próxima sessão (quinzenal).
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